Novak Djokovic reafirmou sua supremacia em Wimbledon ao garantir, nesta quarta-feira, 9, sua 14ª semifinal no torneio — um novo recorde — após superar o jovem italiano Flavio Cobolli por 3 sets a 1, parciais de 6/7 (6), 6/2, 7/5 e 6/4. A vitória veio após 3h11 de um confronto intenso, no qual o sérvio precisou mais uma vez recorrer à sua experiência e resiliência para reverter uma situação adversa.
Assim como nas oitavas de final contra Alex de Minaur, Djokovic começou atrás no placar, perdendo o primeiro set em um tie-break apertado. Diante do dinâmico Cobolli, de 23 anos, que disputava pela primeira vez quartas de final de um Grand Slam, o veterano de 38 anos demorou a encontrar seu ritmo diante dos golpes profundos e da energia do italiano.
Mesmo enfrentando um oponente inspirado, Djokovic não se abalou. Após perder os dois primeiros match points — escorregando em um deles —, o ex-número 1 do mundo se reergueu e fechou o jogo com autoridade. Com o resultado, ele soma agora 102 vitórias na grama sagrada de Wimbledon e melhora seu retrospecto em 2025 para 26 triunfos e oito derrotas.
Djokovic segue em busca de seu 25º título de Grand Slam, o que ampliaria seu recorde absoluto, e pode, caso levante o troféu no domingo, igualar o suíço Roger Federer como o maior campeão de Wimbledon, com oito títulos. Vale lembrar que o sérvio foi vice-campeão nas duas últimas edições, ambas perdidas para Carlos Alcaraz.
Nas semifinais, Djokovic terá pela frente o atual número 1 do mundo, Jannik Sinner. O italiano avançou com uma vitória sólida sobre Ben Shelton por 7/6 (2), 6/4 e 6/4, encerrando a boa campanha do americano. Sinner leva vantagem no confronto direto com Djokovic por 5 a 4, incluindo a vitória recente nas semifinais de Roland Garros. No entanto, em Wimbledon, o histórico favorece o sérvio, que venceu o italiano nas edições de 2022 e 2023.






