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Brasil encerra terça com ouros de Ricardo Mendonça e Yeltsin e 14 pódios no Mundial

porRedação BandSports
setembro 30, 2025
in Em Alta, Notícias
Brasil encerra terça com ouros de Ricardo Mendonça e Yeltsin e 14 pódios no Mundial

Júlio Agripino e Yeltsin Jacques celebram a dobradinha nos 1.500m da classe T11 | Crédito: Divulgação/CPB/Cris Mattos

O dia em que o Brasil disputou 17 finais no Mundial de atletismo paralímpico em Nova Déli, na Índia, terminou na manhã desta terça-feira, 30, com as medalhas de ouro do fluminense Ricardo Mendonça nos 200m T37 (paralisados cerebrais) e do sul-mato-grossense Yeltsin Jacques nos 1.500m T11 (deficiência visual). Em todo o dia, o Brasil conquistou 14 pódios, sendo três ouros, sete pratas, e quatro bronzes.

Com isso, o Brasil se manteve na ponta do quadro geral de medalhas e chegou a 27 pódios no total, mais do que o dobro da segunda colocada Polônia, que soma 12. São sete ouros, 14 pratas e seis bronzes dos brasileiros até agora em Nova Déli. Registrou ainda três dobradinhas em pódios.

Dobradinhas nos 200m T37 e nos 1500m T11

O fluminense Ricardo Mendonça conquistou o primeiro ouro da manhã e o seu segundo ouro no Mundial de Nova Déli ao vencer a disputa dos 200m T37. Ele completou a prova em 22s77 e ficou à frente do compatriota Bartolomeu Chaves, do Maranhão, que fez 23s10 e obteve seu terceiro pódio na história da competição.

O russo Andrei Vdovin, que havia vencido o brasileiro Ricardo Mendonça na final dos 200m nos Jogos de Paris 2024, levou o bronze, com 23s31.

Foi o segundo ouro de Ricardo Mendonça na competição após o tricampeonato nos 100m. O paulista Christian Gabriel havia se classificado para a final da prova, mas sentiu uma lesão muscular após correr as eliminatórias e ficou fora da disputa por medalha.

“Foi incrível! Finalmente desengasguei do russo [Andrei Vdovin]. Desde Tóquio 2020, estou com ele aqui [aponta para a garganta]. Mas é dentro da pista. Fora, todos se tratam muito bem. Não gosto de animosidade. Isso aqui é a maior celebração de vida que a gente tem. E é maravilhoso fazer isso ao lado de atletas tão bons. A classe está cada vez mais forte. É cada vez mais difícil ganhar, mas o Brasil segue forte. O Passarinho [Bartolomeu Chaves] veio no pódio agora, estou muito feliz. Infelizmente, o Christian [Gabriel] sentiu uma lesão. Era para ele estar no pódio também”, analisou Ricardo Mendonça.

O terceiro ouro do dia na Índia (já que Claudiney Batista havia vencido mais cedo a prova do lançamento de disco F56) aconteceu na prova dos 1.500m T11, com o sul-mato-grossense Yeltsin Jacques vencendo a disputa em 4min02s02.

O paulista Júlio César Agripino, que era o atual campeão mundial da prova, chegou na segunda colocação, com o tempo de 4min05s61, e decretou a terceira dobradinha brasileira na competição.

Após terminar na segunda colocação nos 100m T13 (deficiência visual), a maranhense Rayane Soares também conquistou a medalha de prata nos 200m, com o tempo de 25s24, sendo superada pela irlandesa Orla Comerford, que fez 24s71.

Foi a oitava medalha de Rayane em Mundiais, a terceira nos 200m – havia sido ouro em Kobe 2024 e prata em Dubai 2019 na mesma disputa.

“[Eu saio das duas provas, 100m e 200m] Decepcionada. Todo mundo veio para o ouro. Todo mundo quer o pódio, não estou desmerecendo a minha conquista, a prata, mas todo mundo treina para o ouro. [Para voltar ao ouro], primeiro preciso cuidar de mim. Estou treinando bem, me dedicando. É muito difícil manter a alta performance depois dos Jogos Paralímpicos. É muito difícil continuar no foco, treinando. O corpo responde, pede ajuda. Não é só treino. Tem o psicológico, todo um trabalho por trás. Primeiramente, cuidar de mim, e cuidar do meu joelho, que está pedindo socorro. […]Eu estou com uma dor, uma inflamação no joelho, e irradia para outras partes”, lamentou Rayane.

O fluminense João Matos Cunha, atleta mais novo da delegação brasileira em Nova Déli, com 17 anos e 10 meses, conquistou sua segunda medalha de prata na competição ao chegar na segunda colocação dos 100m T72 (petra) – antes havia sido prata nos 400m.

João fez o tempo de 15s76 e ficou atrás somente do italiano Carlo Fabio Calcagni, que fez 14s80. Outro brasileiro envolvido na final, o paulista Vinicius Krieger terminou na quinta colocação, com 17s37.

Quatro bronzes e um recorde

O Brasil conquistou quatro bronzes nesta manhã de terça-feira, 30, na Índia. O primeiro foi do catarinense Edenilson Floriani, que conquistou o terceiro lugar no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores) e, de quebra, bateu o recorde mundial da sua classe (F42) por duas vezes na prova. Primeiro, atingiu 62,31m para depois finalizar em 62,36m na sua última tentativa.

A prova era agrupada com outras classes com atletas com deficiência menos severas. Com isso, o vencedor da prova foi o indiano Sandip Sanjay Sargar, com 62,82m. A medalha de prata ficou com o também indiano Sandeep, que fez 62,67m.
É a segunda medalha de Edenilson em Mundiais – havia sido bronze no arremesso de peso no Mundial Paris 2023.

“Hoje, quando eu entrei, eu pensei: ‘vou bater o recorde mundial e conquistar a medalha’. […] No último lançamento, quando eu já era medalhista, eu me dei conta. Era algo que eu buscava há muito tempo. […] Há pouco mais de um mês, um indiano bateu meu recorde mundial no lançamento de dardo. E eu tinha esse desafio de ganhar na casa dele, o que é melhor ainda”, celebrou Edenilson.

Já a paulista Giovanna Boscolo manteve a mesma posição que havia sido em Kobe 204 e ficou com a medalha de bronze no lançamento de club F32 (paralisados cerebrais), com a marca de 27,09m. A vencedora da prova foi a polonesa Roza Kozakowska, que fez 29,30m. Outra brasileira envolvida na final, a amapaense Wanna Brito terminou na oitava colocação, com 21,84m.

Em uma prova marcada por reiniciar duas vezes, o sul-mato-grossense Fabrício Ferreira conquistou a medalha de bronze nos 100m T13 (deficiência visual) com a marca de 11s00.

Ele foi superado pelo japonês Shuta Kawakami, com 10s91, e pelo australiano Chad Perris, com 10s96. É a terceira medalha de Fabrício em Mundiais – havia sido prata nos 100m no Mundial Paris 2023 e bronze nos 100m em Dubai 2019.

A paulista Verônica Hipólito cruzou a linha de chegada dos 100m T36 (paralisados cerebrais) na terceira colocação, com o tempo de 14s77. A vencedora da prova foi a neozelandesa Danielle Aitchison, que completou em 13s43. É a quarta medalha de Verônica em Mundiais. Ela também havia conquistado o bronze nos 100m em Kobe 2024.

Mais resultados de brasileiros

Outros brasileiros que disputaram finais nesta manhã de terça-feira, 30, a paranaense Edileusa dos Santos, outra estreante em Mundiais, terminou na sexta colocação dos 100m T72 (petra), com o tempo de 20s34, assim como o paulista Alessandro Silva, sexto colocado no arremesso de peso F11 (deficiência visual), com 12,02m.

O paraense Alan Fonteles completou a prova dos 100m T64 (amputados de membros inferiores com prótese) no quarto lugar, com 11s05, melhorando em um centésimo a sua melhor marca da temporada.

Ainda nesta manhã, a acreana Jerusa Geber, maior medalhista mundial da atual delegação brasileira, com 11 pódios, estreou no Mundial ao participar das eliminatórias dos 100m T11 (deficiência visual). Ela venceu a sua bateria com o tempo de 13s18 e avançou a final, que será às 11h40 (de Brasília) desta quarta-feira, 1º.

*Com Comitê Paralímpico Brasileiro

Tags: Atletismoatletismo paralímpico

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