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Brasil conquista mais sete pódios e encerra Pan-Americano e Oceania de Judô com melhor campanha da história

porRedação BandSports
abril 27, 2025
in Notícias, SUPER DESTAQUE
Brasil conquista mais sete pódios e encerra Pan-Americano e Oceania de Judô com melhor campanha da história

País fechou as disputas individuais com um total de nove ouros, três pratas e quatro bronzes / Crédito: Divulgação/CBJ/Beatriz Riscado

A Seleção Brasileira de Judô faturou mais sete medalhas no segundo dia do Campeonato Pan-Americano e Oceania Sênior, neste sábado, 26, em Santiago, no Chile, fechando as disputas individuais da competição com um total de nove ouros, três pratas e quatro bronzes. O resultado garantiu ao Brasil o título de campeão geral, além da melhor campanha em Campeonatos Pan-Americanos na história do país.

“Hoje foi um dia muito feliz para o judô brasileiro. Iniciamos esse ciclo de Los Angeles 2028 com o pé direito e conquistamos a melhor campanha da história do judô brasileiro em Campeonatos Pan-Americanos. Isso depois de finalizarmos o último ciclo de Paris 2024 com a melhor campanha da história em Jogos Olímpicos. Gostaria muito de agradecer a toda equipe da CBJ, interna, de escritório, e a que está em campo; todos os treinadores, clubes e Federações que são muito importantes nesse processo; e, principalmente, os nossos atletas que foram os grandes protagonistas dessa realização”, disse Marcelo Theotonio, Gerente de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Judô.

A campanha em Santiago superou a de Montreal, em 2012, que até então era a maior da história, em qualidade e quantidade. Há 13 anos, no Canadá, foram nove ouros, duas pratas e três bronzes conquistados. Já no Chile, o número de atletas brasileiros em finais aumentou e mais um bronze foi adicionado ao resultado final.

Ao todo, 206 atletas de 24 países participaram do Pan-Americano e Oceania deste ano. O Brasil teve o melhor saldo, com 16 medalhas, e o Canadá, com seis medalhas (1 ouro, 3 pratas e 2 bronzes), e os Estados Unidos, com cinco (1 ouro, 2 pratas e 2 bronzes) fecharam o top 3.

Veja como foi o dia dos brasileiros:

Beatriz Souza tem retorno dourado ao Circuito Mundial

Sem competir internacionalmente desde os Jogos de Paris-2024, a campeã olímpica Beatriz Souza (+78kg) retornou aos tatames, em Santiago, já conquistando a medalha de ouro.

Número dois do mundo e cabeça-de-chave número um no Pan-Americano, Bia estreou direto nas quartas do +78kg e venceu Karra Hanna, de Bahamas, com um waza-ari. Já na semifinal, passou pela colombiana Brigitte Carabali por ippon, imobilizando-a por vinte segundos.

Na final, a brasileira teve pela frente a neozelandesa Sydnee Andrews, e novamente venceu por ippon, firmando seu sexto título continental na classe sênior (o quinto consecutivo).

“Eu fico extremamente feliz em voltar de uma forma tão grandiosa, com a medalha de ouro. Isso é muito importante, mostra que já voltei com tudo para esse novo ciclo. Estou muito focada e confiante, e agora é começar tudo de novo para conquistar a vaga olímpica, com mais competições e mais treinamentos em busca de Los Angeles”, disse Bia.

Leonardo Gonçalves é campeão e fatura terceira medalha internacional do ano

O meio-pesado Leonardo Gonçalves (100kg) conquistou, em Santiago, seu segundo título continental da carreira e a terceira medalha internacional em 2025. Em fevereiro, ele foi medalhista de prata no Grand Slam de Paris e no Grand Slam de Baku, e chegou no Pan-Americano credenciado como o melhor ranqueado da categoria.

Nas quartas, Léo estreou com vitória relâmpago por ippon sobre o paraguaio Angel Antonio Gini, com apenas dez segundos de luta. Depois, na semifinal, também não teve dificuldades contra o argentino Ivo Dargoltz e ganhou outra vez por ippon.

Na final, o brasileiro começou saindo atrás no placar, sendo projetado em yuko pelo dominicano Robert Florentino. Mas, conseguiu ir atrás e logo em seguida marcou um waza-ari, ficando a frente. Perto do fim, ele chegou a levar duas punições, mas conseguiu administrar bem a vantagem até o fim do relógio.

Rafael Macedo faz campanha perfeita e é campeão com quatro vitórias por ippon

Uns dos ouros do Brasil neste sábado (26) veio pelas mãos de Rafael Macedo (90kg), que venceu todas as lutas que fez por ippon.

Na primeira, pelas oitavas de final, passou pelo argentino Victor Gonzales; nas quartas, mandou o australiano Danny Vojnikovich para a repescagem; e, na semifinal, venceu o confronto brasileiro contra Giovani Ferreira.

Na decisão, Macedo primeiro marcou um waza-ari no argentino Mariano Coto Bersier. Mas, logo em seguida, projetou o adversário em ippon para garantir sua segunda medalha de ouro continental.

Gabriel Falcão gabarita Pan-Americanos com título no Sênior

Com a conquista da medalha de ouro no Pan-Americano Sênior de 2025, o meio-médio Gabriel Falcão (81kg), de 21 anos, pode dizer que foi campeão de (quase) tudo dentro do continente.

Em 2015, veio o primeiro título no Pan Sub-13. No ano seguinte, no Sub-15. E, nos próximos três, mais três no Júnior. E a medalha de ouro também só não veio no Cadete por conta da pandemia.

Já em 2025, competindo pela segunda vez no continental da classe Sênior, o atleta do Instituto Reação (RJ) saiu de um quinto lugar, na última edição, para o topo do pódio, vencendo quatro combates no dia.

Nas oitavas, ele passou pelo mexicano Samuel Ayala nas punições (3-0). Nas quartas, pelo argentino Augustin Gil, por ippon. E, na semifinal, pelo também brasileiro Luan Almeida, nas punições (3-1).

Já na final, Falcão começou saindo em desvantagem no placar, quando o canadense Keagan Young anotou um yuko. Mas, o brasileiro foi atrás da virada e conseguiu em um belo ippon.

Fora as medalhas nos Campeonatos Pan-Americanos, o brasileiro também foi ouro nos Jogos Pan-Americanos Júnior, em 2021, e fez a dobradinha no Sênior, em 2023, na mesma Santiago.

Rafael Buzacarini é prata em primeiro Pan-Americano na nova categoria de peso

O judô brasileiro ainda chegou a mais uma final no segundo dia de disputas no Chile, e o peso pesado Rafael Buzacarini (+100kg) ficou com a medalha de prata.

O brasileiro estreou direto nas quartas, e venceu o chileno Francisco Solis nas punições (3-2). Depois, na semifinal, jogou na tática novamente, impondo bom ritmo de ataques, e passou pelo cubano Jonathan Loynaz nas punições (3-1).

Na final, Buzacarini teve pela frente o também cubano Andy Granda, campeão mundial em 2022 e um dos principais nomes do peso pesado masculino. A luta começou parada, com os dois levando punições por falta de combatividade. Pendurado, o brasileiro partiu para cima, tentando pontuar ou forçar uma terceira punição ao adversário. Mas, em uma tentativa de ataque, foi contragolpeado e caiu em ippon, ficando com o vice-campeonato.

Desde que subiu do -100kg, onde participou de duas edições de Jogos Olímpicos, para o +100kg, Rafael Buzacarini foi campeão do Campeonato Brasileiro Sênior, campeão da Seletiva Nacional para o Pan-Americano, e prata no Open de Judô Rio 2025.

Luan Almeida e Luana Carvalho fazem dobradinha de bronze

Outros dois brasileiros subiram ao pódio do Pan-Americano neste sábado. No masculino, Luan Almeida (-81kg) foi quem abriu a campanha de medalhas, faturando o bronze em cima do estadunidense Johan Silot, nas punições (3-2).

Antes, ele havia passado pelo peruano Javier Saavedra, nas oitavas, com um yuko e dois waza-ari; pelo chileno Francisco Toscanini, nas quartas, por ippon; e caído para o brasileiro Gabriel Falcão, na semifinal, nas punições (3-1). Esse foi o primeiro Pan Sênior de Luan, que tem apenas 19 anos.

Já no feminino, Luana Carvalho (-70kg) estreou com vitória sobre a australiana Moira De Villiers, por waza-ari. Em seguida, nas quartas, teve um yuko de vantagem sobre a venezuelana Eliana Aguiar e novamente avançou.

Na semifinal, a brasileira enfrentou a equatoriana Celinda Corozo e, no golden score, com as duas penduradas nas punições, foi projetada em waza-ari, indo à disputa de bronze. A medalha veio contra a peruana Xsara Morales Falconi, após um belo ippon.

O Brasil ainda teve Giovani Ferreira (-90kg) e Beatriz Freitas (-78kg) lutando pela medalha de bronze, mas os dois terminaram a competição em quinto lugar.

Beatriz caiu nas quartas contra a canadense Coralie Godbout, com dois yuko; se recuperou na repescagem, vencendo a estadunidense Nicole Stout por ippon; e na disputa de bronze foi superada pela australiana Maria Swan.

Já Giovani primeiro venceu o chileno Franco Arismendi, por yuko, nas oitavas. Nas quartas, ganhou de virada do estadunidense Alexander Knauf, por ippon, depois de estar atrás por um waza-ari. Na semifinal, caiu para o brasileiro Rafael Macedo, por ippon, e na disputa de bronze teve um novo revés diante do estadunidense John Jayne, que conseguiu um yuko seguido de transição para chave-de-braço.

*Com Confederação Brasileira de Judô

Tags: CBJesportesJudôPan-Americano e oceania de judô

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