Pela primeira vez no Brasil como titular da Fórmula 1, Andrea Kimi Antonelli fez questão de prestar uma homenagem ao seu ídolo Ayrton Senna. O jovem piloto da Mercedes visitou o túmulo do tricampeão mundial no Cemitério do Morumbi em um gesto de respeito e admiração.
Apesar de ter nascido 12 anos após a morte do tricampeão de F1, o italiano sente uma conexão profunda com o legado do piloto e enxerga em Senna um exemplo não apenas de talento, mas de caráter. A admiração começou ainda na infância, quando Antonelli conheceu as façanhas do brasileiro por meio do pai.
“Gosto de olhar para o passado para ver como eram as corridas naquela época, como a Fórmula 1 era diferente ou parecida com o que é hoje. Faço isso por prazer”, contou o italiano, que nasceu em 2006. “Quando eu era pequeno, meu pai e eu víamos muitos DVDs de corridas antigas de F1, dos anos 1990 até os 2000, e Ayrton sempre se destacava entre todos. Não apenas pelo piloto que era, mas também pela personalidade, dentro e fora da pista”, relembrou.
“Ele [Senna] virou minha inspiração. Claro que eu adoraria tê-lo visto correr ao vivo, mas mesmo assistindo apenas pelos vídeos e DVDs, acabei me tornando muito apaixonado por ele”, acrescentou.
Além de reverenciar um dos maiores nomes da história do automobilismo por meio de vídeos, Antonelli revelou que gosta de acompanhar a história do esporte como uma ferramenta de aprendizado.
“Também faço isso porque sempre dá para aprender algo. São pequenos detalhes que podem te ajudar atualmente. Continuo fazendo isso porque o automobilismo é minha grande paixão. Também vejo outras categorias, não foco só na F1, simplesmente porque amo isso”, finalizou.






