A ginástica rítmica do Brasil continua a aproveitar os conhecimentos de treinadoras búlgaras. Mariyana Pamukova e Reny Karachomakova vieram ao Brasil para colaborar com a preparação de ginastas do País.
Reny chegou para montar coreografias das ginastas da categoria júnior que foram convidadas, na faixa etária dos 12 aos 14 anos. Enquanto Mariyana trabalhou em algumas coreografias das atletas da equipe adulta, também individual.
Coordenadora da Seleção Brasileira individual de ginástica rítmica, Juliana Coradine valorizou a contribuição das búlgaras e destacou que esse tipo de parceria entre os dois países não é inédito.
“A Bulgária tem muita tradição em nossa modalidade. É sempre bom para o desenvolvimento das coreografias de nossas atletas contarmos com a ajuda de profissionais com esse nível. Essa contribuição já foi feita antes e é positiva”, afirmou Juliana.
No mês passado, foi realizada a etapa de montagem coreográfica das ginastas da Seleção Brasileira individual com Pamukova, treinadora da vice-campeã olímpica Boryana Kaleyn. Foram realizados os trabalhos coreográficos com Geovanna Santos, que foi a Aracaju acompanhada pela treinadora Gisela Batista.
Depois aconteceu o processo de montagem da coreografia de Maria Eduarda Alexandre, acompanhada pela treinadora Solange Paludo. Maria Eduarda aproveitou o período no Centro de Treinamento Nacional de Ginástica Rítmica, na capital sergipana, para passar por testes físicos, médicos e fisioterapêuticos.
Por fim, Pamukova fez trabalho coreográfico com Barbara Domingos. A curitibana viajou para Aracaju com sua treinadora Mayara Ehlke. Babi também passou por avaliações fisioterapêuticas.
Camila Ferezin, coordenadora-geral de Seleções de Ginástica Rítmica, destacou a importância da contribuição de profissionais como Pamukova e Karachomakova.
“A influência búlgara na nossa escola sempre teve um papel fundamental no desenvolvimento das nossas ginastas. Nos últimos anos, tornou-se uma prática constante trazer treinadoras estrangeiras para auxiliar na construção das coreografias das atletas da seleção individual. E, ao analisarmos os avanços alcançados, fica evidente que estamos, a cada temporada, conquistando performances cada vez mais expressivas em nível mundial”, falou Camila.






