Oscar Piastri chega ao Grande Prêmio do Azerbaijão deste final de semana na liderança da Fórmula 1, com 324 pontos, e com uma questão ainda em mente: o terceiro lugar no Grande Prêmio da Itália, duas semanas atrás.
Na ocasião, o australiano da McLaren assumiu o segundo lugar depois que seu companheiro de equipe, Lando Norris, teve problemas em um pit stop. No entanto, por determinação do time, o australiano devolveu a posição a quatro voltas para o fim. Norris foi segundo e chegou a 293 pontos, na vice-liderança do Mundial.
Agora em Baku, Piastri evitou polêmicas sobre o assunto e garantiu que a questão foi bastante conversada internamente na McLaren desde então.
“Naturalmente, pensei nisso. Tivemos boas conversas com a equipe. Obviamente, foi um momento muito comentado, mas tivemos muitas discussões, esclarecemos muitas coisas. Sabemos como vamos correr daqui para frente, o que é o mais importante. O que aconteceu já foi. Estou empolgado por correr aqui”, afirmou Piastri.
“Muito disso deve ficar conosco porque, se oferecermos esta informação, então viramos um alvo fácil de atingir, porque todo mundo saberá o que vamos fazer. Tudo está muito alinhado com todos nós, mas fica tudo entre nós”, acrescentou.
Questionado se teria cedido a posição caso estivesse na liderança, e não na segunda posição, o piloto da McLaren evitou polemizar. “Não sei. Não era o cenário. Seria mais difícil? Sim, mas não sei se o desfecho seria diferente.”
Com 617 pontos, a McLaren lidera o Mundial de construtores e pode conquistar o título já no GP do Azerbaijão, já que a Ferrari é vice-líder com 280 pontos. Na entrevista coletiva desta quinta-feira, 18, Piastri elogiou o “trabalho duro” do time e lembrou a conquista do Mundial de Construtores de 2024 apenas na última etapa da temporada.
“Este ano está muito diferente do ano passado”, disse. “Neste ano, claramente o carro está um passo à frente, o time tem desempenhado muito bem. Há um senso de inevitabilidade neste ano, que é uma sensação maravilhosa.”






