Após os casos de ameaças de morte e vazamento do endereço pessoal de Pedrinho, presidente do Vasco, a Delegacia Antissequestro (DAS), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu uma denúncia anônima na terça-feira, 5, sobre um suposto esquema de sequestro do dirigente vascaíno. O caso está sob investigação e Pedrinho foi orientado a reforçar sua segurança pessoal.
“Fui surpreendido com a informação da polícia sobre uma denúncia de tentativa de me sequestrar. As pessoas estão ultrapassando todos os limites. É inaceitável. Confio nas autoridades policiais e tenho certeza de que, em breve, os culpados serão punidos”, afirmou Pedrinho em contato com o site ge.
“O Vasco da Gama confirma a denúncia e informa que está colaborando integralmente com a investigação policial em andamento”, disse o clube carioca em comunicado oficial.
A Polícia Civil também emitiu um comunicado, confirmando o andamento do processo policial.
“A Delegacia Antissequestro (DAS) informa que apura a veracidade da denúncia. A especializada está seguindo todos os protocolos previstos, inclusive no que diz respeito ao suposto alvo. Conforme a denúncia recebida pela DAS, Pedrinho seria sequestrado essa semana ao sair da sede do Vasco. A investigação é preliminar e por ora ninguém foi detido ou preso.”
Esta não é a primeira vez que o presidente vascaíno tem sua segurança posta em perigo. Em novembro do ano passado, Pedrinho confirmou ter recebido uma ameaça de morte em um grupo de WhatsApp. Já neste ano, seu endereço residencial foi divulgado nas redes sociais por um influenciador.
Ex-jogador e ídolo do Vasco, Pedrinho tem sofrido pressão dos torcedores pelo desempenho instável do time nas competições desta temporada. A equipe carioca está na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, vem de eliminação na Copa Sul-Americana e tem decisão marcada com o CSA nesta quinta-feira, 7, pela vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, após o empate por 0 a 0 no jogo de ida.






