A mídia alemã descartou os rumores sobre um possível retorno de Christian Horner à Fórmula 1 em um cargo ligado aos projetos da Audi. As especulações ganharam força após o anúncio da demissão do ex-chefe de equipe da Red Bull, ocorrido na última quarta-feira, 9.
Conforme apurado pelo jornal Bild, a reunião para informar a saída de Horner foi realizada de forma discreta em um hotel de luxo em Londres, e reuniram os acionistas Mark Mateschitz e Charlem Yoovidhya, o consultor Helmut Marko e Oliver Mintzlaff, atual CEO e principal responsável pela decisão.
Apesar da queda de desempenho da equipe nas últimas duas temporadas, Christian Horner vinha sendo observado desde a morte do cofundador da Red Bull, Dietrich Mateschitz, em 2020. Desde então, o ex-diretor passou a atuar de forma ainda mais ativa nos processos internos da equipe e acumulou diversas funções dentro da montadora austríaca.”

Em suas redes sociais, Horner não atualizou as informações após a demissão e permanece como CEO da Red Bull.
O britânico ocupou o cargo de chefe de equipe da Red Bull por 20 anos e foi um dos principais responsáveis pelos oito títulos de Pilotos e seis de Construtores, números que consolidaram o time austríaco como um das potências da F1. Com a saída de Horner, a Red Bull promoveu o francês Laurent Mekies, até então chefe da equipe equipe irmã Racing Bulls.
Além dos rumores do interesse da Audi, o jornalista Leo Turrini relatou que o ex-chefe de equipe teria recusado duas propostas da Ferrari antes de sua demissão. Já o jornal italiano Corriere della Sera aponta um possível envolvimento de Christian Horner com Flavio Briatore, sugerindo uma futura reunião na Alpine ou até mesmo um vínculo com a Cadillac, que estreia no grid da F1 em 2026.






