Nesta quinta-feira, 5, Oklahoma City Thunder e Indiana Pacers vão protagonizar a primeira partida das finais da NBA temporada 2024/2025. E pela primeira vez em 20 anos, as equipes finalistas não pagam “taxa de luxo” pela ultrapassagem do teto salarial da liga norte-americana.
Na atual temporada, as equipes da NBA têm um limite de US$ 140,5 milhões (cerca de R$ 792,3 milhões) para gastos com a folha salarial. No entanto, elas ainda possuem uma margem de manobra, e caso ultrapassem o valor de US$ 178,1 milhões (algo em torno de R$1,03 bilhão) são obrigadas a efetuar o pagamento da tal “taxa de luxo” para a liga. Das 30 franquias que disputam a competição, 11 excederam o teto.
O OKC tem a 25ª folha salarial entre as franquias da liga, investindo US$ 165 milhões (cerca de R$ 924 milhões). A estrela da equipe, o armador Shai Gilgeous-Alexander, é apenas o 35º maior salário da NBA. O jogador recebe US$ 35,8 milhões (em torno R$ 217,2 milhões) por ano, mesmo sendo o MVP da temporada.
Já o Pacers chega com folha de pagamento de US$ 169,1 milhões (aproximadamente R$ 947 milhões), ocupando a 18ª posição de gastos com elenco. Destaque do time, Tyrese Haliburton tem o 23º maior salário da liga, faturando US$ 42,1 milhões anuais (cerca de R$ 237,4 milhões).






